quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

André Lanza

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André Lanza

 André Lanza iniciou sua carreira na Indústria Farmacêutica em 1987, construindo uma trajetória marcada por liderança, inovação e impacto humano. Na Stiefel, deu os primeiros passos que o levariam a posições estratégicas como Gerente Distrital e Regional na Schering-Plough e na MSD, até alcançar a Diretoria de Novos Negócios para a América Latina.  


Mais do que ocupar cargos de destaque, André se tornou referência por desenvolver equipes de alta performance, promover a inclusão e transformar culturas organizacionais. Sua visão estratégica e sua capacidade de inspirar pessoas consolidaram-no como um gestor admirado e respeitado em todo o setor.  


Em 2022, ao se aposentar, deixou um legado que transcende resultados corporativos: formou líderes, fortaleceu valores e contribuiu para um ambiente empresarial mais humano, inclusivo e sustentável. Sua história permanece como exemplo de dedicação, coragem e propósito, marcando de forma definitiva a Indústria Farmacêutica na América Latina

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Aplicativo Livox® - um grande passo para o processo educacional no Brasil

 Por Ana Paula Belmonte 
Polo – Belo Horizonte
15/09/2017    

    A Educação Brasileira pode a partir de agora comemorar um grande passo para evolução no processo de aprendizagem e inclusão de alunos portadores de deficiências.  Um novo aplicativo chamado de Livox genuinamente brasileiro, desenvolvido pelo Pernambucano Carlos Edmar Pereira e equipe (profissionais de tecnologia, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais), promete mudar a realidade ao se tratar da comunicação dos portadores de deficiências.

    Carlos idealizou essa ferramenta para facilitar à comunicação com sua filha portadora de deficiência cerebral e esse foi o ponto de partida para dar início ao desenvolvimento deste App. No site do Livox consta a seguinte informação sobre o aplicativo: “O Livox® é um software para tablets Android que permite que as pessoas com deficiência se comuniquem e aprendam. Possui algoritmos para distúrbios motores, cognitivos e visuais. Assim, o Livox® é diferente para cada pessoa de acordo com o tipo e grau de sua deficiência. Temos interfaces diferentes dependendo da deficiência ou limitação do usuário. Pessoas que sabem ler, pessoas que não conseguem ler, pessoas que podem ver, pessoas que não podem ver, pessoas que não entendem conceitos abstratos, podem usar o Livox®.” Portadores de autismo, paralisia cerebral e outros tipos de deficiência ao utilizarem está ferramenta estão conseguindo se comunicar melhor com as pessoas ao seu redor.

    E a partir do próximo ano ele estará disponível nas escolas da rede pública. O Livox® já tem sido utilizado em algumas escolas e clínicas de terapia ocupacional de forma experimental para testar sua eficiência no auxilio no processo de aprendizado dos alunos. A professora Maria do Socorro Flores participou do processo de inclusão do aplicativo nas escolas e pode constatar a eficiência do uso do aplicativo em sala de aula. Ela relatou que o processo de ensino ficou mais acessível a todos adaptando o aplicativo a necessidade de cada aluno, a professora citou o exemplo do aluno Daniel com autismo, ele tem dificuldade de entender conceitos abstratos e com a ajuda do aplicativo o aluno tem um desenvolvimento considerável nessa parte. E também falou do Wesley, aluno com paralisia cerebral com dificuldade em aprender as letras, que através do uso do aplicativo passou a identificá-las.

     Um senso está sendo realizado para averiguar quantos alunos com algum tipo de deficiência tem nas escolas atualmente, para que em 2018 de forma gradativa todos possam ter acesso ao aplicativo. Os professores também têm passado por um processo de treinamento para que possam ter domínio no uso da ferramenta.

    Resta-nos torcer para que o Livox® atenda as expectativas e seja um divisor de águas no sistema de educação brasileira e através dele haja um grande salto no desenvolvimento dos alunos para o qual ele foi criado, proporcionando uma maior qualidade do ensino e sendo um mecanismo de inclusão social.

Inclusão de alunos com deficiência auditiva e na fala cresce e desafia escolas

TECNOLOGIA E A INCLUSÃO
PorChayanne Alves Ribeiro
Polo – Belo Horizonte
Data 15/09/2017
  

Inclusão de alunos com deficiência auditiva e na fala cresce e desafia escolas

               Alunos com deficiência exigem professores capacitados e novos métodos de inclusão.





Uma escola estadual de Belo Horizonte esta adaptando as aulas, para que os alunos com deficiência auditiva e na fala, possam interagir com os demais alunos e professores, e com o uso deste aplicativo facilitar a aprendizagem e a comunicação.
Professores estão utilizando com seus alunos dois aplicativos para tabletes e celulares chamados Handtalk e o Pictovox, estes dois aplicativos servem para qualquer matéria a ser trabalhada na sala de aula, não tendo benefícios apenas para conteúdos específicos ,pois servem mais para facilitar  a comunicação e a socialização de alunos com e sem deficiência.
“O HandTalk, é um aplicativo para tablets e celulares que traduz em tempo real, qualquer palavra ou frase, em português, para Libras (Língua Brasileira de Sinais). Para Ronaldo Tenório, um dos fundadores da ferramenta, o uso da tecnologia pode ser um passo para o acesso de crianças com deficiência auditiva nas escolas que, apesar do crescimento no número de matrículas, continua baixo.” E o Pictovox é também um aplicativo desenvolvido para auxiliar pessoas com dificuldades ou limitações de comunicação. Com o PictoVox é possível se expressar com voz sintetizada a partir dos símbolos pictográficos.
     “No ano 2000, última contagem oficial sobre o assunto, o IBGE mostrou que a população de surdos com idade escolar ultrapassava os 350 mil. Em 2010, dez anos depois, o Censo Escolar apontou que apenas 70 mil estavam devidamente matriculados nas escolas.Além de auxiliar no processo de inclusão de jovens com deficiência, esse tipo de tecnologia permite um aprendizado em duas vias.”

     Enquanto um aplicativo da voz aos alunos que tem a deficiência, o outro da sinais aos alunos e professores que não tem facilidade de se comunicar com os alunos por meio de sinais, fazendo com que alunos e professores tenha uma ampla comunicação e facilidade na compreensão, e automaticamente na socialização, são enumeras vantagens na utilização desses aplicativos .

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Portifólio



  


ESCOLA NO INTERIOR DE MINAS GERAIS ADOTA ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA COGNITIVA

Edivaldo da Cruz Santos, RU: 1286512
Polo – The Best- Belo Horizonte
Data: 07/09/2017

IMAGEM 1 TELA DO APLICATIVO MINHA ROTINA

Fonte: Google
É notório que na educação brasileira, nos últimos anos está tendo uma significativa mudança no cenário escolar e perspectiva da educação inclusiva. A escola está se tornando um ambiente acolhedor e rompendo com a discriminação e preconceitos, diante dos desafios encontrados constantemente com deficientes e transtornos de desenvolvimento.
Na escola Municipal Ana Vieira de Andrade, localizada em Conceição do Mato Dentro, no interior de Minas Gerais, identificou dificuldades de aprendizagem de alunos nas séries primárias, com faixa etária de 05 a 10 anos de idade e juntamente com o corpo pedagógico da escola e pais, reuniram para analisar e planejar uma forma de inclusão para estas crianças. Este grupo elaborou um projeto e organizou plano pedagógico e busca de recursos materiais e humanos para que essa barreira de dificuldades de aprendizagem pudesse ser minimizada para inclusão destes estudantes, considerando suas necessidades.
Considerando que a tecnologia tem trazido mudanças em vários segmentos, o corpo desta escola através de recursos adquiriu tabletes para utilizar um aplicativo no App Store com a proposta de estimular o aprendizado e o desenvolvimento destas crianças com deficiência de aprendizado, com o objetivo de facilitar a comunicação entre aluno, educador e família, pois deve se considerar que mesmo com a tecnologia a favor, para que o projeto de inclusão dê certo, depende do compromisso de cada família, de cada escola, com uma educação de qualidade.
Considerando o fascínio que a tecnologia exerce, através deste aplicativo chamado Minha Rotina Especial, teve como proposta utilizar a rotina e usá-la com estimulo de aprendizado e o desenvolvimento das crianças com deficiência cognitiva. Este aplicativo está sendo utilizado na Escola Municipal Ana Vieira de Andrade e estendendo para o ambiente familiar, com o objetivo de organização da rotina, e estimulo para o desenvolvimento e interação de informações entre colegas, educador e família.
O aplicativo foi criado por um empresário chamado Paulo e um terapeuta ocupacional. Este empresário é especialista em aplicativos e tem uma criança autista e conhece bem os desafios da rotina, por isso sabe a importância de utilizar a tecnologia em prol da inclusão e desenvolvimento.
É visível pelo educador e familiares que o projeto de inclusão de recurso notável e a utilização deste aplicativo, têm trazido no ambiente escolar e familiar, melhor desenvolvimento e interação, e assim participando das tarefas e desenvolvimentos em vários ambientes.
A tecnologia na educação precisa ser implantada em especial na educação inclusiva, pois estes estudantes necessitam destes recursos para aprender e demonstrar seu potencial para interagir e viver de forma ativa na sociedade.



Referência:
http://minharotina.com.br/
                           Tobii - Olhos Que Falam
Por Tatiana Mara de Oliveira e Souza, RU 1948349
Polo The Best, Belo Horizonte
Data 12/09/2017


                                      Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

Já  imaginou conversar com os colegas, professores, aprender e interagir em sala de aula apenas com o olhar?
Hoje em dia, isso não é apenas um sonho de muitos alunos portadores de algum tipo de deficiência que compromete a questão locomotora e ou a fala, seja ela de nascença ou adquirida, e sim, uma realidade vivida dos alunos da Escola Municipal Renato Azeredo em Belo Horizonte.
A professora Tereza Trindade Matos, leciona em uma turma de EJA e nessa turma tem um aluno de 62 anos portador de ELA  (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença degenerativa que provoca a morte gradativa de neurônios responsáveis pelos movimentos, comprometendo a parte locomotora e a fala de quem a desenvolve.
No início do ano letivo, a professora pensando em como lecionar para uma pessoa que tinha apenas os movimentos oculares, pesquisou e conheceu um equipamento chamado Tobii, que possibilita o aluno digitar usando apenas o olhar; ele possui uma tecnologia de eye tracking  (ou monitoramento dos olhos), ela une hardware e software para garantir que todos os comandos do computador sejam feitos através dos olhos. Sensores infravermelhos localizados na tela, mapeiam o olhar de cada usuário e fazem a “calibragem” do aplicativo. Para digitar, o usuário focaliza na tela um ponto: equivalente ao local onde clicaria com o mouse.
O aplicativo pode ser usado para clicar após alguns segundos de foco com o olhar ou também pelo piscar dos olhos.
Por meio de uma plataforma única, o usuário pode usar outros aplicativos, como Wordpad, MSN e Firefox. Na interface do Tobii, ficam integrados programas de edição de texto, mensagens instantâneas, e-mails, navegador de internet, entre outras opções. É até possível digitar mensagens para que sejam lidas em voz alta pelo PC.
No decorrer do trabalho com seu aluno a professora concluiu que essa tecnologia pode ser usada em qualquer etapa e faixa etária da vida escolar do aluno e para todas as disciplinas, já que a forma de comunicação é feita pelo aluno com o olhar e a mesma é transferida para a tela do Tobii.
O Tobii, proporciona ao aluno, não só o conhecimento das letras (maiúsculas e minúsculas), como também de acentuações, pontuações, numerais e expressões  faciais (sentimentos).
A grande vantagem dessa inovação em sala de aula é proporcionar ao aluno, uma interação maior com professores e colegas, fazendo questionamentos, obtendo soluções para suas dúvidas e enriquecendo seu processo de aprendizagem.
A única desvantagem que a professora detectou é o alto custo de Tobii que por ser importado da Suíça tem um valor em média de R$ 35 mil, porém, visando o crescimento intelectual do seu aluno, ela concluiu que o custo não seria tão alto, já que essa tecnologia poderá ser usada futuramente por outros alunos.
Esse equipamento é usado por pessoas portadoras de algum tipo de deficiência como: ELA, Paralisia Cerebral (tetraplegia), Acidente Vascular Cerebral (AVC ou Derrame Cerebral), Meningite, entre outras.

O uso do Aipoly para ensino de línguas estrangeiras para deficientes visuais
Por Wellington C Queiroga
 The Best – Belo Horizonte
Data 14 de setembro de 2017


Fonte: Digital Agency Network

O Aplicativo Aipoly foi desenvolvido por Alberto Rizzoli busca dar um novo acesso aos deficientes visuais. O objetivo do aplicativo é transformar em texto e som imagens que o deficiente visual não é capaz de enxergar.
Para utilizar basta direcionar a câmera do celular para a imagem desejada: Um quadro, uma paisagem, uma anima, uma comida, etc. A câmera irá ler a imagem e codificar as informação em forma de texto, que será lida em voz alta para o deficiente.

Fonte: Digital Agency network
O cofundador da empresa responsável, Alberto Rizzoli, explicou sobre o uso em entrevista para o site TechCrunch: “Pensamos em criar um algoritmo que pintasse uma cena na frente [do usuário] (...)Eu guiaria [um amigo cego] em um novo lugar. E descreveria que há uma estátua à direita, uma cerca à esquerda e algumas árvores na nossa frente. Aí pensei: e se uma máquina pudesse fazer isso?".
O aplicativo já está disponível em alguns idiomas: inglês, espanhol, japonês, italiano, francês, árabe e alemão. Apesar de não ser gratuito o aplicativo tem um valor acessível, de 4,99 dólares, cerca de 15 reais, e está disponível para IOS e Android.
O professor Carlos Eduardo dos Santos, formado em Letras e professor da rede municipal da prefeitura de Belo Horizonte teve a ideia de utilizar o aplicativo com alunos deficientes visuais nas turmas de língua estrangeira, tanto inglês quanto espanhol.
Os materiais didáticos para o ensino de língua estrangeira normalmente são recheados de ilustrações para auxiliar o aprendizado e a memorização. No caso dos cegos, essa opção não existe. O professor, sensibilizado com a situação desses alunos teve então a iniciativa de procurar uma tecnologia que ajudasse no problema.
Após uma pesquisa na internet ele encontrou o Aipoly e adquiriu o aplicativo e o instalou no tablete da escola. Durante as aulas os alunos deficientes visuais podiam usar o Aipoly para descrever todas as imagens do livro, suas cores, formas e tamanhos.
Depois de algumas semanas usando o aplicativo, o professor Carlos pode notar um aumento significativo na compreensão e no vocabulário de seus alunos de língua estrangeira.