Brasileiro
cria aplicativo para
PORTADORES DE deficiência.
Por José Geraldo de Oliveira, RU:1783006
Polo The Best – Centro – Belo
Horizonte
Data 20/08/2017
13
de dezembro de 2008 – O Brasileiro Tarcísio
Carlos Xavier Saliba,
criou um aplicativo gratuito chamado “Falador”.
Tarcísio, programador independente, participa de um projeto social que “dá” prioridade ao atendimento de pessoas com
necessidades especiais, numa interação aos portadores de deficiência visual dentre
as tecnologias atuais. A função deste aplicativo é converter
textos digitalizados de diversas origens, (Internet, editores de texto, caixas
de diálogo, correspondência eletrônica,) para voz audível, fornecendo assim
possibilidade de aprendizado de deficientes visuais através destas diversas
novas tecnologias oferecidas, tabletes celulares e computadores.
“Atualmente,
está sendo bastante abordado o tema que diz respeito à inclusão dos portadores
de deficiência no meio social. Pode-se verificar que o governo federal está
investindo muito em projetos de inclusão, adotando diversas políticas para
acelerar o processo de inclusão. Porém, o setor social em que mais se está
investindo para que essa inclusão seja efetivada, é o educacional. Acredita-se
que através da agregação dos alunos das escolas da rede especial de ensino à
rede regular será possível difundir o processo inclusivo. Esta agregação está
sendo limitada por falta de recursos que possam dar apoio aos portadores de
deficiência, para que os mesmos consigam acompanhar o processo de
ensino-aprendizagem implantado nas escolas da rede regular de ensino. Em todas
as pesquisas realizadas sobre a Educação Especial é possível verificar que
existe uma forte torcida apostando que a adaptação dos portadores de
necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino poderá ser
viabilizada através da utilização dos recursos da informática (softwares,
dispositivos adaptadores, entre outros). Visto isso, a cada dia o setor da
informática está investindo em desenvolver ferramentas que possam apoiar e
suplementar o portador de deficiência durante o processo de ensino aprendizagem.”
“Pag.48”
GOMES ELMA PEREIRA - Análise de Ferramentas de Auxílio aos Portadores de
Deficiência Visual na Educação Especial
Existem vários “softwares” na intencionalidade
de auxiliar a educação e portadores de necessidades especiais, este pequeno aplicativo
chamado falador mostrou ser bastante versátil e com capacidade de realmente
ajudar no processo de ensino e aprendizagem dos portadores de deficiência
visuais.
Para baixar o programa, digite www.baixaki.com.br/download/falador.htm
Com base na funcionalidade básica
do aplicativo Falador a professora e orientadora educacional Ângela Aparecida,
professora da Instituição Educacional Escola Municipal na
Cidade de Betim, Minas Gerais, “percebeu possibilidade do uso deste aplicativo
falador em seu projeto de aula, base de soletração e palavras”. Seguindo instruções
do aplicativo na configuração, já que a plataforma do programa oferece vários
recursos que suplementam essa funcionalidade, que podem ser adaptados para
auxiliar na alfabetização de crianças e adultos, e aos portadores de
deficiências. A professora percebeu ao iniciar o pequeno programa que este emitida uma voz com mensagem de boas vindas como apresentação: “Prazer em conhecer”, acompanhada pela movimentação da figura de uma “boca animada”. Semelhante “á” movimentação de uma boca humana, e que o aplicativo oferecia recursos para o próprio usuário configurar a voz à sua preferência, aumentando ou diminuindo a movimentação da boca, para se ter e obter uma diferenciação no pronunciamento das silabas e palavras.
A professora Ângela elaborou um
projeto para 3º série do 1º Ciclo com durabilidade de 30 dias, com 6 (seis) alunos
nível pré – silábico de alfabetização que apresentavam dificuldades no
aprendizado soletração, sendo,1 aluno de
baixa audição,1 aluno com problema na fala, 2 alunos de inclusão social,1 aluno
altista e 1 aluno baixo nível de intelectualidade. Neste projeto de intervenção
pedagógica resultou numa carga horária de 30 (trinta minutos) diários, não
excedendo este tempo de acesso no laboratório de informática devido limitações
aos números precários de computadores disponíveis na escola. Decorridos 30 dias
a professora obteve um resultado satisfatório e como esperado, 1 aluno não
obteve totalidade, mas obteve certo progresso. Os mesmos alunos passaram a ter
maior rendimento, melhorando assim o desempenho nas atividades realizadas em
sala de aula junto aos demais colegas, demostrando se mais socializados.
Dentre as inúmeras possibilidades em
se interagir com as crianças através da comunicação dos vários aplicativos
disponíveis e não prejudiciais, conciliando o interesse da criança com o novo
tecnológico ao seu aprendizado. Segundo a professora desta instituição Ângela
Aparecida esses aplicativos tendem a prender a atenção das crianças, dando um
novo contorno e formas para as atividades em sala de aula, por exemplo, no
programa falador o aluno se encanta na apresentação do pequeno aplicativo, se
pronunciando junto com o mesmo. A escola
e o professor não podem ignorar que se deve estar atentos aos novos
tecnológicos.
Alguns recursos do programa são:
• Caixa de texto para realizar
testes de configuração da voz sintetizada, ou até mesmo para efetuar algum
processo de comunicação;
• “Boca animada”, onde os lábios se
movimentam conforme o som emitido pela voz sintetizada.
• Opções para o usuário controlar o
processo de leitura, podendo parar, pausar ou finalizar a qualquer momento.
• Opções para o usuário configurar
(ajustar) a voz sintetizada.
• Opções para o usuário configurar a
“boca animada” conforme sua preferência.
A qualidade da leitura do texto
dependerá muito da experiência do usuário, que deve saber como configurar os
recursos oferecidos para obter uma melhor abstração da informação transmitida
através da voz sintetizada. Caso o
usuário não faça um ajuste adequado na configuração, a voz sintetizada emitida
poderá se tornar incompreensível.
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Ótimo texto, José! Adorei saber sobre essa tecnologia!
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