quarta-feira, 30 de agosto de 2017

SÍNDROME DE DOWN:O TEMPO DE CADA UM

Por: Thais Fernandes da Fonseca, RU: 1726288 / Maria de Fátima Oliveira Soares, RU: 1802226
Polo - The Best/ Belo Horizonte
Data: 30-08-2017



Fonte:Google criança com Síndrome de Down/Ampulheta

   Maria é uma criança de quatro anos de idade e desde seu nascimento veio cheia de surpresas,foi quando chegou ao mundo que sua mãe Gabriela descobriu que ela tinha Síndrome de Down. Surpresas a parte durante esses quatro anos a mãe de Maria tem se dedicado a filha integralmente,pois muito mais que um cromossomo a mais no par de 21 a tornando uma criança diferente,Maria encontrou algumas dificuldades para desenvolver sua coordenação motora reduzida e a fala.
   Partindo dessas dificuldades sua mãe Gabriela tem buscado desde seu nascimento na fisioterapia e fonoaudiologia  ajuda para sua filha e isso implica buscar uma escola que a atenda de maneira a auxiliar  numa aprendizagem com êxito. E foi na escola da rede Pitágoras onde Maria está até hoje que todos os seus desenvolvimentos motores e da fala tem evoluído de forma surpreendente,para suprir as necessidades da sua aluna e tornar possível a realização de atividades educacionais a professora utiliza o aplicativo Boardmark que proporciona uma maior interatividade e  atenção ao acompanhar as atividades realizadas em sala de aula.
  Boardmarke é um aplicativo que serve para confeccionar materiais que posteriormente podem ser impressos como por exemplo escrita com símbolos. Através dele são confeccionados recursos de comunicação ou materiais educacionais utilizando símbolos gráficos fundamentais para a aprendizagem de alunos com a fala comprometida.Mas o aplicativo no caso da Maria é só uma ponte para o conhecimento, visto que, observação é a palavra chave  quando se fala em criança com Síndrome de Down e é através dela que ela aprende e se desenvolve. Tudo isso buscando trabalhar com atividades que foquem a realidade dessa aluna especial, de forma lúdica usar o teatro, a musica e sempre interagindo com os coleguinhas durante a realização das atividades e nesse sentido de inclusão a  participação da família nesse processo é de extrema importância  ao longo do caminho em busca da alfabetização e, além disso, na busca dessas crianças em se colocar no mundo.
   É preciso conhecer o aluno de maneira individual para perceber como cada um deles se desenvolve na aprendizagem e só assim serão valorizadas suas singularidades,visto que somos todos diferentes e por esse motivo cada um tem seu tempo para aprender a andar, a falar, a se alfabetizar e incluir é isso,respeitar o tempo de cada um. 

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