Shirley
Ferreira Ruas-.Ru:1560704
Recursos
tecnológicos promovem inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Por meio de aplicativos para smartphones ou
tablets e programas de computador, é possível que essas pessoas realizem diversas
atividades sem a necessidade da colaboração de outras pessoas. Este é o caso da
Fabiana Siqueira, de 27 anos, que perdeu toda a capacidade de enxergar quando
criança e precisou a aprender desde cedo a ‘enxergar’ com os dedos.
No computador, Fabiana usa os programas de
voz que fazem a leitura de todas as informações que aparecem na tela. “Isso me
ajuda muito, porque posso fazer minhas pesquisas sem o auxílio de outra pessoa,
além de interagir com os amigos nas redes sociais”, disse. O próximo passo, segundo
ela, é adquirir um smartphone para usar a inteligência artificial com recursos
de voz do aparelho.
O instrutor de informática do Instituto Luis
Braille de Espirito Santo, Paulo Henrique de Souza Lima, também utiliza
programas de acessibilidade para ensinar os 25 alunos com deficiência visual
cadastrados no local. Segundo ele, para utilizar o programa NVDA, basta que o
usuário tenha um fone de ouvido ou uma caixa de som ligada ao computador.
Além dos recursos de voz, o instituto ainda
utiliza impressora especial em braille. Alguns alunos ainda usam o teclado do
computador com sinais em alto relevo, para facilitar a localização das teclas.
“Nem todos os alunos usam este recurso, eles se orientam pelos sinais que
existem nas letras ‘F’ e ‘J'”, conta.
Paulo Henrique trabalha nesta função há cerca
de dois anos e diz que os recursos tecnológicos cumprem um papel fundamental na
inclusão das pessoas com deficiência. “Eles podem desenvolver o próprio
intelecto, passa a ter acesso às informações, pode se capacitar para o mercado
de trabalho, ingressar na faculdade e socializar com outras pessoas. O
deficiente pode compreender o mundo de uma maneira mais comum”, disse.
O programa utilizado no instituto é gratuito
e está disponível neste link.
Para celulares, além dos recursos de voz já nativo nos aparelhos, outros
aplicativos podem facilitar ainda mais a vida de quem tem deficiência visual ou
auditiva. Confira cinco deles:
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Be My Eyes
Muito mais do que um simples aplicativo, o Be
My Eyes se tornou uma rede de voluntários que ‘emprestam’ os olhos para os
deficientes visuais.
A ideia do aplicativo é que pessoas cegas
sejam conectadas com pessoas que enxergam para que recebam ajuda em tarefas do
dia a dia, como a validade de um produto na hora da compra, por exemplo.
Toda essa colaboração é feita por
videochamada. Por este motivo, o aplicativo exige uma conexão com uma Internet
de boa qualidade, seja por Wi-Fi ou 3G/4G. O Be My Eyes está disponível somente
para o sistema
IOS.
Ao utilizar o aplicativo, o usuário seleciona
a opção de deficiente visual ou voluntário. Neste segundo caso, uma notificação
chega ao celular sempre que alguém solicitar a ajuda. Caso aceite a chamada, a
conexão é estabelecida e o voluntário só precisa descrever tudo o que vê pela
tela do celular usando a voz.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Hand Talk
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Hugo é o personagem
intérprete do aplicativo
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
O Hand Talk é um tradutor de texto e áudio em
Libras. Todo o texto digitado ou falado no aplicativo é interpretado pelo
personagem Hugo, que dá vida ao aplicativo.
Reconhecido pela Organização das Nações
Unidas (ONU) em 2013 com o título de Melhor Aplicativo Social do Mundo, o Hand
Talk já possui, aproximadamente, um milhão de downloads e está disponível para
os sistemas Android e IOS.
A empresa responsável pelo aplicativo também
oferece o serviço de tradução em sites, inserindo uma aba de acionamento e o
texto selecionado pode ser interpretado em Libras pelo Hugo.
O aplicativo ainda pode ser usado em salas de
aula, como um recurso complementar de comunicação entre professores, alunos e
intérpretes ou em casa, entre pais e filhos. Estudantes de Libras também podem
reforçar o vocabulário com a ajuda do aplicativo.
Conversor de QR Code em Voz
O QR code é uma espécie de código bidimensional
que permite que diversos objetos possam ser catalogados. Na prática, funciona
como um código de barras, mas ao ser lido por um smartphone, o ele pode trazer
informações adicionais, como link de sites, músicas ou arquivos de voz.
Para os deficientes visuais, o Conversor de
QR Code em Voz pode ser um grande aliado na hora identificar peças de roupas,
objetos ou produtos alimentícios, por exemplo.
Para usar o aplicativo, os códigos deverão
ser gerados de forma dinâmica, que são aqueles que podem ter alterações
posteriores. Após a impressão, o código deve ser escaneado pelo aplicativo, e
será solicitada a gravação em áudio da descrição deste objeto.
Posteriormente, com o aplicativo em
funcionamento, ao apontar a câmera para o QR Code, o áudio que foi gravado será
reproduzido, permitindo a identificação.
De acordo com informações no site oficial do
aplicativo, a proposta é que quem conheça pessoas com deficiência visual possa
oferecer um auxílio a elas nesse processo de utilização. O sistema está
disponível apenas para aparelhos Android.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
VLibras
O VLibras tem a funcionalidade parecida com o
Hand Talk. O usuário pode digitar o texto ou falar no aplicativo e um boneco em
3D fará a tradução em Libras.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
O diferencial deste aplicativo é que, além de
estar disponível para os sistemas Android e IOS,
ele também pode ser instalado nos computadores como um programa ou como uma
extensão do navegador utilizado.
Para utilizar o programa instalado no computador,
basta selecionar o texto que se deseja traduzir e dar um play na janela do
VLibras. O usuário também pode configurar a velocidade da tradução e o tamanho
da janela de visualização. Saiba como instalar no site oficial do aplicativo.
No entanto, especialistas alertam que
aplicativos como esse são apenas paliativos e não substituem o intérprete de
Libras. A língua de sinais precisa ser interpretada no contexto da conversa e
não somente como palavras “soltas”.
Não é novidade dizer que essas pessoas
enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. Para quem tem
deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira e
Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja
opções em áudio ou em alto relevo.
NantMobile
Pagar alguma coisa pode ser algo muito comum
e simples para qualquer pessoa, mas para aqueles que não enxergam ou têm a
visão reduzida, pode ser uma das tarefas mais difíceis do dia a dia. Uma nota
de R$ 100 pode ser facilmente confundida com uma cédula de R$ 2, por exemplo.
Uma alternativa para a solução deste problema
é o NantMobile, que reconhece instantaneamente as notas e o valor é dito por
meio de voz para o usuário do aplicativo. Basta colocar a cédula diante da
câmera do dispositivo e o valor é reconhecido em tempo real.
Além das cédulas de Real, o aplicativo ainda
reconhece a moeda de vinte países. Entre eles, o Dólar Americano e canadense, o
Euro, o Peso mexicano, o Iene japonês e a Rúpia indiana. As vozes da tradução
também podem ser configuradas em vários outros idiomas além do português.
O aplicativo está disponível apenas para
dispositivos IOS e
não precisa de conexão com a internet para o funcionamento. Também não é
necessário que a cédula esteja completamente parada para o reconhecimento. O
NantMobile, em seu site oficial, alerta que o aplicativo não deve ser usado na
identificação de notas falsas.
REDAÇÃO
FOLHA DE VITÓRIA. Recursos tecnológicos
promovem inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva. Julho de
2017. Disponível em:< http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/10-anos/2017/07/recursos-tecnologicos-promovem-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-visual-e-auditiva/
> acesso em: ago. 2017.




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